No quarto dia foram exploradas estratégias de ensino-aprendizagem passíveis de aplicação em alunos com dislexia e disgrafia, nomeadamente o "ler e pronunciar". Posteriormente, o foco foram os alunos estrangeiros e destacaram-se as suas principais dificuldades, tendo sido sugeridas estratégias no sentido de ultrapassar  obstáculos, a destacar: trabalho de grupo ou em pares, utilização de Key Words, tempo suplementar, encorajamento da comunicação oral, projeção de vídeo e brainstorming usando palavras chave no início de cada nova temática e diagramas de Venn.

No último dia, todos os participantes elencaram as prioridades das suas Instituições, relativamente a aspetos relacionados com culturas, políticas e práticas inclusivas, fomentando uma discussão ativa sobre estas temáticas. Foram elencadas e discutidas várias pistas no que concerne a alternativas de avaliação, a destacar: apresentações orais, drama, roll play, realização de podcasts ou vídeos, escrita de histórias ou canções e construção de modelos, tendo sempre em atenção o respeito pelas características dos alunos. Foram ainda dadas sugestões para a elaboração de testes. Posteriormente, a formadora deu a conhecer uma série de ferramentas ICT de acesso livre, muito úteis e interessantes a aplicar em várias disciplinas.

O terceiro dia foi recheado de aprofundamento e partilha de experiências sobre abordagens pedagógicas que permitam fazer face às necessidades de alunos com caraterísticas associadas ao espectro do autismo.

O trabalho teve como foca as dificuldades inerentes e outras características, nomeadamente a importância de manter rotinas e dos detalhes e a dificuldade de estes alunos de entenderem linguagem corporal a importância de manter rotinas e dos detalhes e a dificuldade destes alunos de entenderem linguagem corporal.