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A monitorização do Rio Pelhe pelos alunos do 5.º A que frequentam o Clube Ciência Viva na Escola não é apenas uma aula fora de portas, mas um completo exercício de cidadania científica. Ao percorrerem o rio desde a nascente, na Portela (Vila Nova de Famalicão), passando pelo pulmão verde da cidade (o Parque da Devesa), até à sua foz em Lousado, os alunos conseguem observar como a atividade humana influencia a saúde do ecossistema fluvial ao longo do seu curso.

Durante as saídas de campo, que se vão realizar durantes os meses de abril e maio, o laboratório móvel entra em ação. Os alunos avaliam a qualidade da água através da presença de macroinvertebrados, que funcionam como bioindicadores e, no local, medem alguns parâmetros físico-químicos como a temperatura, a turbidez, o pH e o oxigénio dissolvido, que oferecem um diagnóstico imediato do estado da água. No entanto, o verdadeiro desafio começa no regresso à escola. Utilizando a técnica de coloração com Vermelho do Nilo, os alunos transformam o invisível em visível. Sob a ação de luz ultravioleta, os fragmentos de plástico impercetíveis a olho nu, por terem dimensões muito pequenas (inferiores ao milímetro), brilham intensamente, o que permite a sua observação, contagem e identificação ao microscópio.

Este projeto, tem uma caraterística muito especial, pois foi pensado para promover a colaboração entre alunos de diferentes níveis de ensino. Os dados recolhidos pelo 5.º ano servem de base para o estudo dos colegas do 8.º ano, criando um ciclo de aprendizagem completo. Enquanto os mais novos tratam da recolha e identificação para quantificar os microplásticos presentes na água do rio, os mais velhos focam-se na avaliação do seu impacto biológico. Estes últimos utilizam a água contaminada por microplásticos, muitos deles resultantes da fragmentação de fibras têxteis durante o processo de lavagem de roupa, para compreender como a sua presença na água dos rios interfere no crescimento das plantas, simulando o que acontece na irrigação de campos agrícolas.

Esta abordagem permite compreender que a poluição do rio não fica “presa” na água. Ela entra na cadeia alimentar e pode afetar a agricultura e, em última análise, a nossa saúde. Ao focar-se no Rio Pelhe, o projeto ganha uma dimensão de proximidade e permite trabalhar a componente local do currículo.

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Os Clubes Ciência Viva do Agrupamento de Escolas D. Maria II – "Ciência por Miúdos" e "Ciência no Pátio da Nossa Escola" – marcaram presença na Noite Europeia dos Investigadores (NEI), realizada a 26 de setembro de 2025.

Este evento de relevo foi organizado pela Escola de Ciências da Universidade do Minho e contou com a colaboração dos Municípios de Braga, Guimarães e Famalicão. Esta parceria sublinha um forte compromisso regional com a inovação, a sustentabilidade e a educação, promovendo a aproximação da ciência e da tecnologia aos cidadãos.

Os estudantes do Agrupamento de Escolas D. Maria II, juntamente com alunos de outros agrupamentos de Vila Nova de Famalicão, assumiram um papel ativo, comunicando a ciência de forma envolvente aos inúmeros visitantes das exposições. O foco da divulgação recaiu sobre os projetos de investigação desenvolvidos nos dois Clubes Ciência Viva durante o ano letivo anterior

  • Programação tangível no 1.º CEB
  • Chás, saquetas e microplásticos: uma infusão indesejável. 
  • Onde o carbono dorme: segredos nas medidas das árvores. 

Os alunos demonstraram com excelência os conhecimentos adquiridos e o trabalho realizado nestes projetos, contribuindo significativamente para o sucesso e o espírito de partilha da Noite Europeia dos Investigadores de 2025.

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Nos dias 4 e 5 de abril de 2025 os alunos dos Clubes Ciência Viva do Agrupamento de Escolas D Maria II participam no Fórum Nacional de Clubes Ciência Viva, que decorreu na Alfândega do Porto. Foi uma excelente oportunidade para comunicar Ciência e dar a conhecer o trabalho que tem sido dinamizado nos Clubes Ciência no Pátio da nossa Escola e Ciência por Miúdos.

Esta foi uma oportunidade única para estabelecer e consolidar parcerias, boas práticas e conhecimentos, assim como contactar, em primeira mão, com os mais recentes desenvolvimentos nas áreas da ciência e da tecnologia. Neste evento, foi possível interagir com diversas Instituições Científicas, com os vários Centros de Ciência Viva do país e com os Clubes Ciência Viva na Escola que integram esta vasta rede, atualmente com 896 clubes.

Os Clubes Ciência Viva na Escola são um programa da Ciência Viva e da Direção-Geral de Educação, que conta com o financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), da União Europeia.

Pela sua relevância e abrangência, a participação no Fórum Nacional de Clubes Ciência Viva, foi um marco importante na vida dos Clubes do Agrupamento de Escolas D. Maria II, que aderiram a esta rede desde a primeira fase, com o Clube Ciência no Pátio da Nossa Escola, em funcionamento na escola sede. Mais tarde, fruto do alargamento da rede, foi surgiu o Clube Ciência por Miúdos, em funcionamento na Escola Conde de Arnoso e dedicado exclusivamente a alunos do 1º ciclo do ensino básico.

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Os alunos do 4.º ano da Escola Básica Conde de Arnoso, no âmbito do seu envolvimento no Clube Ciência Viva na Escola (Ciência por Miúdos), participaram no concurso "Vamos lá saber Ciência" organizado pelo grupo disciplinar de Física e Química para assinalar o Dia Nacional da Cultura Científica. Neste concurso os alunos puderem testar os seus conhecimentos científicos. 

O Dia Nacional da Cultura Científica, instituído em Portugal em 1996, celebra-se anualmente a 24 de novembro. Esta data foi escolhida para homenagear o nascimento (em 1906) de Rómulo de Carvalho, uma figura central na promoção do ensino e da cultura científica no país. Rómulo de Carvalho era professor de Física e Química e também conhecido como poeta sob o pseudónimo de António Gedeão.

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Os alunos do Clube Ciência Viva da Escola D. Maria II participaram na mostra de projetos que teve lugar no Encontro EDD 2025: Integração Curricular dos LED, no dia 26 de fevereiro de 2025, no Espaço Famalicão IN HUB. Este encontro foi organziado pela Rede Minho de Embaixadores Digitais, com o apoio da Cãmara Municipal de Vola Nova de Famalicão. 

Os alunos mostraram projetos em que usam o micro:Bit para medir grandezas físicas. 

Notícias sobre o Evento

 

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PROVAS

 


Professores:

 


Alunos e E.E.: